sábado, 21 de maio de 2011

Nosso método é a Ciência

De onde viemos? Como começamos? Onde é a origem da civilização? Os estudiosos criaram teorias balizadas naquilo que observaram. Mas podemos dizer que sabemos mesmo? Porque as provas às vezes contradizem as teorias. Na terra congelada da Sibéria foram achados restos de animais em extinção, como o mamute gigante, provavelmente eliminado por um dilúvio global repentino. Forma descobertos mapas antigos que mostram a Antártica, séculos antes de ser descoberta. Mapas que mostravam terra que estão hoje cobertas por mais de 1 km de gelo. Sendo que sua verdadeira descrição só foi oficialmente conhecida em 1949.

Há um século um arqueólogo concluiu que Tihuanaco na Bolívia era um observatório estelar alinhado com o sol e as estrelas. A partir daí ele calculou que sua idade era de 17.000 anos. Sua prova foi ridicularizada, até recentemente. Sendo que a única diferença da conclusão que ele tinha chegado é que hoje nós temos medidas astronômicas mais precisas devido aos satélites e computadores. Supondo que a verdadeira data desta cidade seja de 12.000 anos atrás, mesmo assim, Tihuanaco pode ser considerada como a cidade mais antiga da face da Terra.

Uma pesquisa feita por geólogos descobriram que a grande Esfinge do Egito foi desgastada por séculos de chuvas incessantes e fortes. Concluíram que estas chuvas só poderia ter ocorrido milhares de anos antes dos faraós. Vide a ilustração abaixo e perceba que o desgaste da lateral da Esfinge só poderia ter feito por água.

Será que a esfinge foi construída antes do surgimento da civilização? A questão é por si só toda a história da civilização humana.


Não passamos direto de homens da caverna para homens modernos, com nossas bombas de hidrogênio e pastas de dente. Às vezes é encontrada uma prova que pode quebrar todas as regras. Neste ensaio, conheceremos algumas destas provas, que estão gravadas nos arquivos de nossa sagrada Ordem, e também que nos foram revelados através do acesso aos Registros Akáshicos da Humanidade e depois checados cientificamente. Estas teorias de fato podem mudar muito o nosso ponto de vista sobre os rumos da civilização humana. Por exemplo: o enorme rosto esculpido pelos Olmecas no México estima-se que tenha pelo menos 2000 anos. Entretanto, sua aparência é inconfundivelmente Africana.

IMAGEM OLMECA

Mas os negros só viriam para a América após a chegada de Colombo. No livro “Da Atlântida para a Esfinge” o autor Collin Wilson reúne indícios que supostamente revelam pegadas de uma civilização antiga e avançada, que existiu antes do surgimento da história. O filósofo grego Platão descreveu precisamente esta civilização que segundo alguns sacerdotes egípcios lhe disseram, navegaram pelos oceanos por milhares de anos até serem destruídos em um grande dilúvio. Ele o chamou de Atlantis. Atlantis – Um grande dilúvio.

Conhecemos Uma outra grande catástrofe em um outro mito: O dilúvio Bíblico. Noé e sua Arca. Um mito desprezado por cientistas. Quando os cientistas ignoraram o dilúvio Bíblico e a Arca de Noé, estariam ignorando também o fato de que no mundo inteiro existem diversas histórias de diferentes povos desde a Mesopotâmia até os Hebreus, mas que, no entanto, relatam o mesmo desastre mundial que quase teria eliminado a humanidade antes dos registros históricos conhecidos.

Um dilúvio aconteceu de fato? Se aconteceu, haveria uma civilização que tenha surgido antes de todas as outras?

Estamos nos referindo a uma simples nação e não a Atlantis ou Atlântida, porque quando você pronuncia esta palavra, os cientistas reclamam e param de nos ouvir. E afinal o nosso método é a ciência.

A idéia de um dilúvio mundial irá muito além da intelectualidade. Mas quão imparcial é a ciência? Ela realmente faz o que afirma fazer? Pega os fatos e começa a partir disso? A ciência tem se concentrado mais em teorias que em fatos. A partir dos fatos surge uma teoria para explicá-lo, outros fatos são simplesmente deixados de lado, porque de repente podem comprometer todo um trabalho de especulação da Ciência. Assim, novos fatos podem sempre mudar a teoria, mas são ignorados com freqüência. Chamamos estes fatos de “anomalias”, provas que não se encaixam.

No seu polêmico livro “A arqueologia proibida” os cientistas Thomson e Cremo mostram o que acontece com provas que contradizem as regras. Durante os últimos 150 anos os antropólogos e arqueólogos ocultaram quase todas as provas de suas descobertas. O que observamos é a chamada filtração do conhecimento. Este é um aspecto fundamental da ciência e da natureza humana. As pessoas tendem a ocultar aquilo que não se encaixa, ou que não seria interessante ser desvelados a luz da ciência moderna. E na ciência, as descobertas que não se encaixam no modelo padrão, tendem a ser eliminadas. Não são ensinadas ou discutidas. Mesmo as pessoas que tem conhecimentos científicos não sabem nada sobre isso.

O que estamos falando, por exemplo, foi demonstrado em Hyatlico no México, em 1996 quando a arqueóloga Jean Steen Mackintyer ameaçou desmentir a teoria de que a humanidade é relativamente nova na terra, dizendo que na verdade ela teria começado na Sibéria há mais de 300.000 anos e só teria surgido na América há mais ou menos 20.000 anos. No México Jean Steen descobriu ferramentas de pedras e ossos humanos e calculou sua idade através de testes científicos. Foi num sítio antigo, provavelmente um sítio de 20.000 anos atrás. E naquela época a ciência considerou a descoberta de Jean muito exagerada. Quando ela calculou a data, usando muitos métodos acabou por concluir que era um fantástico círculo arqueológico de 250.000 anos. Jean teria feito a sua carreira, mas quando ela ingenuamente continuou com seus estudos e com as informações adquiridas, os fatos acabaram por arruinar sua carreira. Ela perdeu todas as oportunidades profissionais desde então. O sítio foi fechado pelas autoridades mexicanas e foi imediatamente negada a permissão para que ela continuasse as investigações permanentemente.

No começo deste ano, quase 3 décadas depois, arqueólogos descobriram rastros de seres humanos na Sibéria que datam de 300.000 anos. Uma data que faz da descoberta de Jean não tão improvável.

O que queremos dizer com isso não é necessariamente uma conspiração, com pessoas sentadas em uma sala esfumaçada dizendo: “Vamos enganar as pessoas”. - Isso ocorre naturalmente na comunidade científica. Quando uma descoberta está em desacordo com a teoria existente as pessoas não vão falar sobre isso, isto não será relatado. Isso significa que a ciência não evolui como as pessoas esperam.

A ciência então estaria desprezando provas de um passado esquecido? São verdadeiros os mitos de uma antiga civilização do planeta que acabou milhares de anos antes dos primeiros relatos históricos?

Os novos pesquisadores do oculto, místicos, membros de nossa Ordem, estão estudando as anomalias que a ciência descarta. Eles questionam coisas que mudarão com certeza nossa visão sobre a humanidade.

Outro exemplo a fortaleza Inca de Sacsayhuaman tem sua idade indeterminada. Segundo a Ciência oficial Construída por pessoas teoricamente sem ferramentas de metal ou cimento, que não conheciam portanto, a polia, a roda e o guindaste. As pedras das construções desta cidade têm 11 ângulos, o peso seria mais ou menos equivalente a 200 carros de passeio sendo que elas revelam a incrível habilidade das pessoas que as construíram. Essas pedras também revelam outro fato, a capacidade deste povo de lidar realmente com pedras enormes. Como eles conseguiram colocar encaixando-as uma a uma?

Na Bolívia as misteriosas ruínas antigas de Tihuanaco, de habilidade semelhante e capacidade de construção avançada inexplicável demonstram que suas pedras estão dispostas de forma perfeita de modo de que nem um simples cartão de crédito ou uma gilete passa entre os vãos das pedras, e isto são em todos os encaixes das pedras. É algo absolutamente perfeito. Quando os colonizadores espanhóis perguntaram aos índios sobre Tihuanaco, eles responderam que ela havia sido construída há milhares de anos. As provas revelam que foi construída por uma civilização avançada.

Os blocos da construção de Tihuanaco não são ligados por cimento ao separá-los foi encontrado metal usado para fixar as pedras. E o mais incrível neste lugar é que para locomover os objetos para suas construções eles precisariam ter um tipo de aparelho portátil de fundição para manter o metal no estado líquido. As pedras estão dispostas em forma de L, ou seja, ângulos retos com absoluta engenhosidade.

No caso acima, o Peru, onde existem construções semelhantes, não é muito longe, já na África, no Egito, na terra das pirâmides, as três pirâmides, as pirâmides de Gizé que é uma das maravilhas do mundo antigo, acrescidos do triunfo de um povo que também não conhecia a roda, a polia ou o guindaste, como conseguiram erguer 100 toneladas de bloco de construção?

Para se ter uma idéia a tecnologia moderna nem pode explicar ou muito menos imitar tais construções. Consultado um engenheiro, ele afirmou que para erguer blocos deste tamanho, da altura em que eles eram levantados, seria preciso ter um guindaste especial. Ora, um povo que não tinha esse tipo de máquina, nem mesmo polias ou rodas, usando apenas ferramentas de cobre como conseguiriam fazer isto?

Acreditamos que as pirâmides de Gizé eram muito mais que uma tumba, pois ela revela um inesperado nível de tecnologia. No livro: “Keeper of Genesis”, os autores Bauval e Graham Hancock descrevem muitas proezas inexplicáveis. Um especialista em brocas demonstra que uma simples tumba ou sarcófago era uma peça incrível. O sarcófago na câmara do Rei, os primitivos encaixavam o interior das pedras do sarcófago como uma caixa que se encaixa dentro de outra com a precisão de todos os milímetros cúbicos. Uma proeza que exige um conhecimento avançado de física. Um mistério. A forma como os primitivos poderiam ter feito isto seria com uma serra curvada mais areia ou diamante para que esta funcionasse na pedra, no entanto com este método se levariam anos para construir algo. O que precisamente indica que nesta construção teria sido usado algum tipo de ferramenta elétrica. Para se ter uma idéia se fôssemos construí-la hoje teríamos que furar o granito a uma fração de rotação de 2/10.000 para cada 2,5 cm. Mas o formato que eles utilizavam indica que eles furavam muito mais rápido do que isto. No entanto, ferramentas elétricas, sinais de furos de altas velocidades, apresentam um mistério sem solução. A incrível precisão do acabamento das paredes e de como as paredes são absolutamente lisas, especialmente na tumba dos touros sagrados demonstram o nível de habilidade deste povo. Isso seria explicado por centenas de homens polindo durante dez anos, mas o verdadeiro mistério está nos vasos egípcios. Não como um simples vaso de barro, mas sim vasos de Alabastro, Basalto e até mesmo Diorito a mais resistente de todas as rochas. O mistério é o seguinte: podemos imaginar que é possível moldar um vaso furando de cima para baixo, mas como explicar a área lateral interna. Para se ter idéia a tecnologia moderna, não pode ainda hoje fazer tal coisa, e no entanto, os egípcios antigos criaram milhares destes objetos. Alguns deles 2.000 anos antes do início da civilização. Como? O mistério ainda é inexplicável. Inexplicável como os construtores alinharam as pirâmides na direção cardeal? Leste, Oeste, Norte e Sul perfeitos. Com uma precisão inalcançável pelos construtores modernos. A grande pirâmide é um modelo matemático do hemisfério norte e incorpora o valor transcendental do PI (3,1416...). A razão do diâmetro de uma esfera por sua circunferência, ou seja a base da matemática avançada. Assim o que temos nesta civilização é um sistema avançado de matemática e tecnologia, quando estas ciências teoricamente não existiam. Para atingir este resultado os construtores antigos precisavam usar um declive de 52°, com qualquer outro declive não teria dado certo.

Não só os egípcios conheciam o PI. Este valor também é representado num declive das pirâmides Astecas e no seu estranho ângulo de inclinação.

A Teotihuacan no México que recebeu o nome de Cidade dos Deuses por índios anos depois. Para se ter uma idéia esta cidade teria sido maior que o império romano, existem lá uma série de bacias que eram cheias de água límpidas e cristalinas que refletiam os céus e suas ondas eram um alerta para os terremotos. Acredita-se que os templos desta cidade representavam os corpos celestiais.



Este lugar parecia ter uma obsessão pela astronomia da eternidade. Durante o equinócio de 21 de março a 21 de setembro as pirâmides desta cidade formam sombras gigantes em todo o seu eixo que as transformam em relógios perfeitos para um povo obcecado pela medida do tempo e precisão.

Como se tivessem a mesma fonte civilizações antigas exibem grandes conhecimentos dos céus que ainda está por ser explicado. A fascinação por sol e estrelas e pela precisão. O movimento lento e incessante da Terra faz com que as constelações pareçam viajar pelos céus noturnos e épocas.

Cientistas afirmam que os egípcios não conheciam bem astronomia, mas no interior da grande pirâmide de Gizé há uma prova irrefutável de seu grande conhecimento pelas constelações e pelo céu. Em uma das tumbas se observa em seu teto as constelações do zodíaco Leão, Touro, Peixes e entre elas a constelação de Órion.

O que demonstra que a astronomia é a chave para muitos dos mistérios da pirâmide de Gizé. Os antigos egípcios viam a constelação de Órion como seu Deus Osíris, senhor dos mortos, dos céus noturnos e da vida após a morte. Por toda esta pirâmide é encontrada evidência deste Deus. Pequenos furos no interior das pirâmides que para os egiptólogos seriam túneis de ventilação possuem uma teoria diferente para os astrônomos. Eles interpretam que a pirâmide seria um portal para o mundo inferior, o reino de Osíris ou Órion. Para os antigos egípcios Órion era Osíris, o Deus da Ressurreição.

Numa reconstituição do céu no ano de 2500 a.C. ficamos perplexos ao descobrir que os túneis da pirâmide de Gizé apontavam para Órion e para a estrela Cão, Sothis ou Sírius ou Ísis, esposa de Osíris.

No Livro da Lei de Aleister Crowley, curiosamente o mistério gnóstico está contido na fórmula mágicka de Abraxás que se deriva da palavra Abrahadabra, cujo valor numérico da palavra é o mesmo da letra hebraica Cheth, ou seja “418”, cujo número é oito, que é o selo de Hermes-Thoth-Mercúrio, o Deus da Magia. O número 8, tem a forma do caduceu de mercúrio e o emblema do infinito. No Livro da Lei, Hadit declara “Eu sou oito e um em oito”. A identificação é com Sothis, a manifestante das sete estrelas de Polaris (A constelação da Grande Ursa que simboliza o Dragão-Nuit). Ela é a Mãe dos Deuses Primais e sua fórmula mágicka é manifestada no Um, seu filho, isto é Sothis ou Sirius – o filho atrás do Sol que representa a base e o número da Grande Obra na letra de Hermes ou na Ciência Hermética.

Nas pirâmides eram feitas cerimônias mágickas secretas para ressuscitar os faraós como estrelas na constelação de Órion. Num dos textos egípcios gravados no interior da pirâmide diz: “Que você atravesse a passagem, a via Láctea e vá para onde está Órion”. Pois Set é o iniciador, aquele que abre a consciência do homem para os raios do Deus Imortal tipificado por Sírius – o Sol no Sul – assim como ele é astronomicamente falando, aquele que abre o ano zodiacal e o Grande Ciclo de 1460 anos. Ele é a criança filho de Osíris, com sua possibilidade infinita de crescimento. Isto denota que Osíris era tão importante para os construtores das pirâmides que eles as fizeram geometricamente dispostas como as três estrelas no Cinturão de Órion. Esta correlação era só o começo. Os antigos deram nomes de estrelas a duas outras pirâmides nos arredores. Então se olhando para o plano maior fica-se estarrecido. A constelação de Órion, o Deus Osíris está no céu assim como em sua disposição das pirâmides na Terra. Coisa que só poderia ser observada naquela época através de uma foto de satélite.