sexta-feira, 26 de agosto de 2011

As Armadilhas do Astral

Ontem fizemos um trabalho mágicko com o objetivo ajudar uma pessoa que estava sendo vítima de um trabalho de magia que fora feito contra ela. 
Esta pessoa se sentia mal, via vultos que atormentavam a sua família e estava com o casamento praticamente destruído.
A pessoa em questão viera acompanhada de seu irmão que por ter que voltar dirigindo resolveu não participar do ritual que foi deverás cansativo. 
Porém ontem nosso ajudante noturno estava gripado e não pode nos ajudar. Então antes de subirmos para o templo, fechamos todas as portas e selamos o ambiente como de costume. Avisamos o rapaz que não devia abrir as portas. E ele ficou tranquilo, recostado no sofá lendo uma revista.
Aconteceu que, durante o ritual, se manifestou uma das entidades que estava atacando a família da moça, e esta entidade demoníaca não queria se afastar. Tentou de todas as formas nos enganar. Enquanto ela se manifestava ouvimos a campainha tocar. Mas quem poderia estar tocando a campainha aquela hora? Pensei que talvez o rapaz tivesse saído e desejasse entrar, mas a irmã achou muito improvável que ele desrespeitasse nossas recomendações. Minha filha não poderia ser, ela sabe que não pode interromper os rituais. Ficamos no dilema, porque não podíamos sair do círculo. E demos continuidade ao trabalho, que era o mais certo a fazer naquele momento.
Portanto, eu, como mãe fiquei preocupada com meus filhos. Se por acaso minha filha tivesse ido até lá, seria por um motivo muito grave. Então na primeira oportunidade que tive após despacharmos a entidade para outro lugar, fui verificar com o irmão da moça se estava tudo bem. Ele confirmou que sim, e quando lhe perguntei sobre a campainha, como ele havia feito, porque não podia abrir a porta, ele respondeu simplesmente:
- A campainha não tocou.
Só que dentro do templo todos nós ouvimos a campainha tocar. Este foi um meio que a entidade se utilizou para nos distrair e escapar, ou quem sabe tentar tomar o corpo de um de nós se deixassemos os o círculo mágicko.
Isso parece inofensivo perto das coisas agressivas que já enfrentamos. Mas é bom relatar porque às vezes uma distração pode acarretar consequências terríveis num ritual. É claro que a entidade queria que saíssemos do círculo, e se a moça saísse? Poderia ter se machucado.
Mas enfim tudo ficou bem, conseguimos vencer todas as entidades que se apresentaram, conseguimos fazer a materialização do feitiço que haviam feito contra ela, inclusive com a foto dela e ao partir ela estava se sentindo bem, sem dores pelo corpo e a barriga que estava inchadíssima quando chegou, muchou completamente.
É uma recompensa para nós ver como as pessoas saem daqui após o trabalho. Daria para fazer um programa daqueles que tira foto da pessoa antes e depois. A melhora é visível no rosto e no corpo da pessoa. Geralmente elas saem daqui com toneladas a menos sobre as costas!



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